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Economia colaborativa: tendência do mercado

Economia colaborativa: tendência do mercado

A economia colaborativa é construída em torno de recursos humanos, físicos e intelectuais.

O que é economia colaborativa?

É um modelo atual, com forte tendência no mercado, pois nele inclui criação, produção, distribuição, comercialização e consumo de bens e de serviços por diferentes pessoas e diferentes organizações de maneira compartilhada que pode ou não envolver uma troca monetária.

O mercado da economia colaborativa

De acordo com a consultoria PwC,  a economia colaborativa deverá movimentar mundialmente US$ 335 bilhões em 2025.

Ainda que haja ausência de dados locais, existem estimativas de especialistas que indicam que a economia colaborativa tem potencial para contribuir, em médios e longos prazos, mais de 30% do Produto Interno Bruto – PIB do setor de serviços no Brasil.

Na América Latina, por exemplo, o Brasil já é considerado líder no mercado de economia colaborativa.

A título de exemplificação, um estudo realizado pela escola de negócios Business School – IE, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID e o Ministério da Economia e Competitividade espanhol, mostra que:

32% das empresas colaborativas foram fundadas no Brasil, número que ultrapassa os 13% da Argentina e do México, respectivamente.

Vale dizer que os principais setores de operação dessas empresas são os de serviços para empresas com 26% o do transporte com 24% e o de aluguel de espaços físicos com 19%.

Exemplos de economias colaborativas

Um recente artigo publicado no site do SEBRAE trata da

“economia colaborativa um movimento de concretização de uma nova percepção de mundo, […] é uma força que impacta a forma como vivemos e, principalmente, como fazemos negócio”.

O texto também remete ao sucesso de empresas que facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos como prova de uma adesão à tendência global que ainda está longe de se esgotar, haja vista exemplos como  Uber, Airbnb e tantas outras. Observe:

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Turismo

Éum  serviço que sempre contou com a tradição  de empresas,  como  hotéis,  restaurantes,  táxis  e  operadores  turísticos ocupando esse “espaço”, agora há um grande número  de indivíduos  particulares  que,  por  meio  de  plataformas  digitais,  propõem compartilhamento temporários a turistas, de acordo com o que cada um possa oferecer; casa, carros etc.

Entretenimento

O Youtube é também um exemplo entretenimento colaborativo. Estima-se que, a cada dez segundos, cerca de cem novos vídeos são adicionados no Youtube. Além do Youtube, outras mídias como Facebook, Linkedin e Instagram carregam o tempo todo, noticiários, vídeos educativos, resenhas e análises de produtos que certamente orientam e ajudam e muitos os seguidores.

Esse é um modelo que permite também que as pessoas em geral possam se comunicar por meio de fotos ou vídeos com amigos e familiares.

Exemplo que vem de fora

Em Londres, Inglaterra. O Supermercado do Povo-The People’s Supermarket, segue a tendência da economia colaborativa ao permitir que as pessoas assumam o papel de membros do supermercado. Nesse modelo, as pessoas tornam-se sócias e oferecem horas de trabalho voluntário, ganhando com isso preços menores e descontos nas compras.

O Supermercado do Povo recentemente implantou o sistema de cartão de fidelidade, no qual as pessoas podem acumular pontos e, posteriormente, revertê-los em recompensas.

Esses são só alguns fenômenos denominados economia colaborativa.

Agora, se você conhece outros modelos, compartilhe conosco.

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